O que são as zonas de risco?

No contexto de segurança no exercício de serviços  em eletricidade, existem distinções entre zonas de trabalho. Estas distinguem graus de risco e por consequência inferem acerca da necessidade ou não de equipamento de proteção individual e coletiva, bem como restrições a circulação de pessoas.

Neste âmbito temos a distinção de três zonas principais: Zona livre, controlada e de risco.

Na zona livre não há restrição quanto ao tipo de pessoa que é permitido permanecer ou circular. Pessoas autorizadas ou não podem realizar seus serviços, seja técnico de eletricidade ou mesmo de limpeza e manutenção.

A zona controlada, por sua vez, oferece algum risco ao trabalhador, em função deste risco, há restrições quanto ao tipo de pessoa que pode circular no ambiente. Desta forma, nesta zona, é permitida a circulação de pessoal autorizado, isto é, autorizado pelo empregador, devidamente ciente do risco envolvido na atividade e responsável pela qualificação das pessoas empregadas na tarefa.

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A zona de risco, no entanto, é que mais oferece risco ao trabalhador, sendo exigido o uso de EPI para o trabalhador autorizado para a segurança no desempenho do seu trabalho na zona de risco.

Mas como se define a transição das zonas de risco, controlada e livre?

Bem, imagina-se um círculo, em que seu raio, juntamente com o nível de tensão nominal da instalação elétrica, são os parâmetros mais relevantes para distinção entre tipos de zonas. A Tabela a seguir exemplifica uma relação de tensão nominal do ponto energizado e raio em metros para definição das zonas controladas, de risco e livre.

E você já sabe quem é o profissional habilitado autorizado para trabalhar nas zonas de risco?

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